A incrível história de Franjo no início das aparições em Medjugorje

franjo1No programa “chá com Rosie – episódio 113” (que pode ser assistido nos arquivos de www.marytv.tv) Franjo Zobac compartilha um incrível momento no começo das aparições em Medjugorje. É o momento em que Nossa Senhora realmente mostrou a Sua presença para as pessoas do vilarejo e até mesmo para a polícia que estava tentando parar o fenômeno. Foi como se Ela estivesse dizendo: “Eu estou aqui!”.

Franjo começa assim o seu testemunho do início das aparições:

“Olá a todos ! Eu gostaria de compartilhar a minha experiência 33 anos atrás. Aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1982. Antes de eu começar o meu testemunho, eu gostaria de dizer a vocês sobre as circunstâncias na vila naquele tempo. Como vocês sabem, as aparições começaram aqui em 24 de junho de 1981 e naquele tempo muitas pessoas começaram a chegar. E a partir de então o pároco começou a acreditar naquilo que estava acontecendo, e ele tornou-se uma testemunha, e então, como vocês sabem, o forte regime comunista naquele tempo não gostava daquilo que estava acontecendo aqui. Então eles decidiram parar com isto – tentar extinguir tudo o que estava acontecendo aqui. Foi por isto que o padre Jozo (pároco de Medjugorje na época) acabou sendo preso por um ano e meio e muitoas das pessoas aqui foram punidas. Naquele tempo, dois garotos foram presos por três meses, somente porque disseram que tinham visto Nossa Senhora.

Agora direi a vocês o que aconteceu comigo em 2 de fevereiro de 1982. Minha familia tinha decidido ir até Medjugorje toda a tarde para participar da Santa Missa. Naquela tarde, o meu pai me disse: “Vamos”. Uma de minhas vizinhas estava comigo, na nossa casa, e ela decidiu vir com meu pai e comigo no carro. Nós vivemos a cinco quilômetros de Medjugorje, em Gradnici, que tinha como paróquia Medjugorje. Indo na direção de Medjugorje e entrando na estrada a cerca de 1 quilômetro de Medjugorje, eu vi algo incomum.

“Estava escuro, e uma estrela começou a brilhar. A estrela estava no centro da cruz da montanha da cruz (Krizevac) A estrela começou a brilhar e a iluminar a cruz. Eu notei isto, meu pai e minha vizinha notaram também. Nós descemos do carro, e notamos que tinham quatro carros que já estavam parados na nossa frente, e o primeiro era um carro da polícia. Eles tinham parado no meio da estrada e estavam observando isto.

A estrela brilhava ali e então ela começou a se mover em direção da colina das aparições. O tamanho da estrela era entre o tamanho da lua e a de uma estrela comum. Era maior do que uma estrela normal. E a estrela começou a se mover em direção da colina das aparições. A estrela passava por sobre os campos, mas no céu, estava se movendo. Isto realmente me impressionou. Naquele tempo eu era um estudante universitário e tinha conhecimento técnico. Foi fácil para mim compreender que não se tratava de um foguete ou algo feito pelo homem. Era algo sobrenatural, movendo-se para cima e para baixo, como dançando e indo na direção da colina das aparições.

Quando ela chegou na colina das aparições, ela subia e descia brilhando. Então um fogo apareceu no local da aparição, um pouco acima do solo. o fogo tinha o tamanho de um grande arbusto, mas não era um arbusto queimando. Era um fogo largo e como fogo, oscilava um pouco sobre o chão. Então, em um minuto, aquele fogo transformou-se em três fogos do mesmo tamanho. Então os três fogos estavam lá e todos estavam oscilando da mesma maneira. Então os três fogos transformavam-se em um e depois novamente em três. Era incrível !

Então nós notamos que os carros em frente de nós foram embora. Nós também fomos e chegamos na igreja, Naquele tempo não existia pavimentação em frente da igreja e então nós estacionamos em frente da igreja. Meu pai estava tão impressionado e saiu do carro e notou um padre do lado esquerdo da igreja (onde hoje existem os confessionários). Ele tinha uma câmera e estava tentando tirar uma foto da colina das aparições. Meu pai me disse: “Vou perguntar ao padre se ele viu o fogo em cima da colina das aparições”. Eu tentei falar para o meu pai “Por favor não faça isto, porque nós podemos ir para a prisão. Existem policiais em torno de toda a igreja e em todo lugar na cidade. Por favor não faça isto”. Mas ninguém podia parar o meu pai.

O padre que estava fora da igreja era o frei Darinko, que sucedeu o padre Jozo (que estava preso). Este sacerdote viu alguma coisa e ele queria filmá-la. Mas o meu pai estava correndo e gritando: “padre, padre, o senhor viu a estrela e o fogo sobre a colina ?” O padre virou-se e gritou “Vá para dentro da igreja e reze!” Meu pai ficou chocado com a reação do padre. E disse ao meu pai: “O senhor viu, o senhor não pode dizer nada”. Então eu compreendi o porque de frei Darinko gritou para o meu pai. Ele o tinha salvado dos espiões. Se o padre tivesse dito: “Eu vi também” ambos teriam ido para a prisão. Ao empurrá-lo para a igreja, ambos estavam a salvo dentro da igreja.

Durante o tempo em que eu observei a estrela, eu permaneci vendo os três fogos virando um só e depois virando três novamente e eu senti medo. Eu compreendi que eu tinha de mudar a minha vida. Eu tinha que ser mais amigo de Deus. Agora eu leio a Bíblia todos os dias, e eu compreendi que o fogo representa  a presença de Deus. E tornou-se claro para mim que os três fogos representavam a Trindade, os Três em Um. Neste local onde o fogo permaneceu, ele foi consagrado.

Naquele tempo, ninguém podia subir as montanhas, porque a polícia tinha permanecido aos pés da colina das aparições e o monte Krizevac. Ninguém podia subir as montanhas. Desde então, tudo mudou, Milhões de pessoas subiram a colina das aparições rezando o Rosário. Milhões de Rosários foram rezados ali. Muitas pessoas rezaram e mudaram as suas vidas e tiveram grandes experiências na colina das aparições e este é o local onde Nossa Senhora disse que Deus colocará um sinal permanente revelando o terceiro segredo”.

Traduzido do inglês por Gabriel Paulino – editor do Portal Medjugorje Brasil – www.medjugorjebrasil.com.br

Matéria original: http://www.spiritofmedjugorje.org/issues/June2015pdf.pdf

 

Da Nova Era até Jesus conduzida pela Rainha da Paz

A história de Christine

christinewatkins

Maria pede a seu Filho que salve uma adepta da Nova Era das promessas vazias e de uma vida de pecados mortais e um milagre ocorre.

Uma noite, enquanto eu estava na cama, aos nove anos de idade, passou pela minha cabeça um pensamento horrível: “Vou morrer um dia”. Mesmo tentando pensar noutra coisa, não conseguia parar de pensar isto. “Se eu vou morrer um dia e ser nada, para que é que estou aqui?” pensei. “ Qual é o objetivo da vida?” Mamãe! Mamãe! Venha aqui!” gritei. Minha mãe entrou no meu quarto e eu perguntei à ela, “O que irá acontecer quando eu morrer?”

Ela ajoelhou-se perto de mim e disse “Não se preocupe com isso”.

“Não devo me preocupar?”

“Não. O que vai acontecer com você é o que acontece com todos, quando morremos, nos tornamos como a terra.”

“Como a terra? E eu vou saber que estou morta?”

“Provavelmente não, porque você não estará mais por aqui.”

“Não vou?”

“Bem, não totalmente. Você será como o solo no chão. Você vai ser cremada – isto é quando seu corpo é queimado e você se torna como pó que pode nutrir outras plantas, como as árvores – ou você vai ser enterrada em uma caixa debaixo da terra.”

“Oh”, eu disse, “Não me preocupar com isso?” achando a resposta dela mais preocupante ainda.

“Não, não se preocupe. Tente nem pensar nisto” Então ela se levantou e disse “Boa noite”.

E ela saiu do meu quarto e fechou a porta enquanto pensamentos assustadores passavam da minha mente para meu corpo e me deixavam tremendo. “Nada para se preocupar?”…Mas eu vou me tornar nada” ecoavam meus pensamentos. “Não haverá mais eu nem para me lembrar de quem eu era um dia!” Depois disto, frequentemente eu pensava na morte, normalmente à noite em minha cama, olhando fixa a escuridão do meu quarto, paralisada de medo.

Eu não gostava de cristãos.

 Eu fui criada em um lar sem religião e eu não gostava de cristãos. Eu achava que eles estavam sendo enganados por um conto de fadas e no máximo eram aborrecidos. Minha visão depreciativa começou um Natal quando meus pais me levaram para ver um presépio no enorme quintal de um vizinho nosso em Berkeley, na Califórnia. Cobrindo a lateral de uma colina estavam os Reis Magos, camelos, vacas, anjos, ovelhas e pastores e uma mãe, um pai e um bebê, todos iluminados. Quando eu olhei, achei que era a mais linda vista que existia. Meu coraçãozinho de cinco anos de idade sentiu-se transportado para o céu, e eu pensei “Que maravilhoso que meus pais me trouxeram aqui!”. Normalmente incomodada pelo frio, meu corpo se sentia leve e expansivo dentro da jaqueta de couro e o vento frio era sentido com alegria. Eu não conseguia deixar de olhar a cena do presépio e eu não queria sair dali. Quando meus pais disseram que era hora de ir, eu perguntei se podia ficar mais tempo. Olhei as figuras iluminadas na colina e elas pareciam que estavam piscando para mim. Eu não sabia o que significava e perguntei a meu pai “O que é isto? Quem são essas pessoas?”

“Eles fazem parte de um conto de fadas sobre um bebê especial que nasceu em uma manjedoura e as pessoas foram visitá-lo por que pensavam que ele era o Filho de Deus” ele disse.

“Não é de verdade?” eu perguntei

“Não”.

“Você tem certeza?”

“Sim tenho querida. Agora, vamos para casa”. Relutantemente eu segurei na mão do meu pai e imediatamente comecei a pensar quando eu voltaria. Eu não consegui ver de novo a não ser anos mais tarde. E quando eu vi, o cenário não existia e também não existia minha admiração.

Então eu aprendi, muito jovem, que a história dos cristãos não era de verdade. Eu nunca iria ser uma cristã, isto eu tinha certeza. Na minha juventude eu me aperfeiçoei na fina arte de preocupar-me e sofria de baixa auto estima e uma leve depressão. Eu caminhava com os ombros curvados, a cabeça para a frente e olhos baixos e meu coração pulsava acelerado quando eu tinha que falar na escola ou com algum garoto.

Eu encontrei grande alegria na prática do balé e o praticava diligentemente durante anos, com tal compromisso e paixão que terminei dançando profissionalmente na Companhia de Balé de San Francisco. Quando eu tinha sete anos, decidi que iria ser uma dançarina profissional de balé e eu tornei uma. Eu iria dançar até fazer quarenta nos, programei. Balé era meu destino. Nada mais, mesmo remotamente, me satisfazia.

E não tendo sido criada com qualquer religião, eu nem sabia que Deus existia. Para mim, o balé rapidamente se tornou meu deus pessoal. Quando eu tinha dezenove aos, no auge de minha capacidade de bailarina e totalmente apaixonada por minha profissão eu sofri lesões nos pés e nas costas e operei meus pés três vezes. Isto encerrou minha carreira e tirou de mim o único deus que eu conhecia. Arrasada, fiquei mais deprimida, perdi minha identidade e perdi minhas esperanças.

 

 

TERMINEI PIOR DO QUE TINHA COMEÇADO

 

Em minha tristeza, busquei no movimento da Nova Era as respostas, e durante quatro anos passei por uma grande quantidade de práticas e de terapias. Nenhuma delas me trouxe qualquer alívio mais permanente e eu terminei pior que estava no começo. Minha busca de “iluminação” começou quando li um livro chamado Muitas Vidas, Muitos Mestres, escrito por Brian Weiss, que alegava que seu cliente hipnotizado tinha contado à ele suas vidas passadas.   “Eu vou viver de novo!” disse feliz, enquanto meu medo latente de me tornar pó quando morresse desaparecia pela primeira vez. Tendo então aberto uma porta para a Nova Era, entrei nela e experimentei o renascimento, respiração holotrópica, I Ching, runas, leitura de aura, visualização, psicologia transpessoal, meditações do xamanismo, numerologia, astrologia, equilibro de chackras, cura pela energia por meio do toque, rituais de abertura de coração, ioga, hidroterapia do cólon, dietas sem trigo, regressão a vidas passadas, cura com cristais e leituras paranormais.

Eu cantava e cantava perante gurus indianos ou fotos deles. Eu estive em um grande teatro ouvindo uma guru indiana de Nova Iorque, que mais tarde eu descobri estava envolvida no encobrimento das torturas que fazia a seu irmão, no abuso sexual de seu predecessor e as práticas financeiras duvidosas de sua organização.

Sentei-me na posição de lótus no chão, na frente de uma guru indiana chamado Mata Amritanandamayi enquanto ela se balançava ritmicamente ao som de bhajans (musica devocional, ocasionalmente elevando seu braço esquerdo para o alto, com um riso estranho que era tudo menos contagioso. Eu reuni-me com outros em uma casa onde sentávamos e cantávamos, meditávamos na frente de um grande quadro de Sai Baba, um guru indiano que usava um enorme cabelo afro.

Eu li livros escritos por Shakti Gawain, Chris Griscom, Shirley McLaine, W. Brigh Joy, Ram Dass, Brian Weiss, Louise Hay, Deepak Chopra e muitos outros. Caminhei por salas bolorentas, com pouca iluminação, cheias de fumaça, para obter leitura de tarô. Fiquei acordada até tarde lendo livros da Nova Era para aprender sobre minhas vidas anteriores quando eu era uma princesa egípcia.

 

 

Rita Agia Como se Ela Tivesse Todas as Respostas

 

Por um ano inteiro eu segui os conselhos de uma paranormal chamada Rita, depois de receber uma sessão de harmonização dela durante a qual eu caí em um estado de transe, pacifico e prazeroso. Ela me disse que vira uma pomba, o que significava que eu tinha sido salva. Ela disse que um homem entraria em minha vida e pagaria por tudo e que as palavras “Matthew Fox” estavam escritas sobre a minha cabeça. Convencida de que algo sobrenaturalmente importante tinha acontecido comigo, eu segui seus conselhos e me matriculei por um semestre nas aulas do Centro Sofia de Nova Era Matthew Fox e mudei-me para os dormitórios lá e mais profundamente ainda para dívidas e confusões.

Eu continuava pensando que acharia os segredos de uma consciência mais elevada que estavam logo ali na esquina, mas tempos e tempos depois só chegava a becos sem saídas com mais e mais perguntas.

Rita agia como se ela soubesse todas as respostas e então eu liguei para ela no fim de um semestre e perguntei o que deveria fazer a seguir. Ela disse que eu deveria mudar-me da Costa Oeste para a Costa Leste e então eu obedeci, e mudei-me para a casa de um casal de tios distantes. Ainda confusa, telefonei para ele de novo. “Cheguei. O que eu faço agora?” Desta vez ela disse que eu deveria receber umas aulas no curso de verão de Harvard. Peguei um catálogo, liguei de volta para ela e disse “Curso de quê?” Pois nenhum deles me atraia.

Ela me pediu para ler tudo e com convicção parcial disse “Faça aulas de antropologia.”

Eu não gostava dessas aulas e não gravei nada delas, portanto, daí a dois meses, liguei para ela e marquei outra consulta para obter mais aconselhamento paranormal. Cheia de esperança dirigi uma hora até a cidade a seguir, estacionei o carro e deitei-me na grama na frente do consultório de Rita, esperando pelo horário de minha consulta. Sem alerta ou motivação, uma incomoda fadiga veio sobre mim, de um modo desconcertante.   Uma pergunta inquietante me veio à mente “Existe algo seriamente errado comigo?”

Quando chegou a hora de minha consulta, levantei lentamente da grama e fui informada pela assistente de Rita para esperar na sala de aconselhamento. Entrei em uma sala fria, úmida e me joguei em uma cadeira de madeira, como uma boneca de pano faltando recheio. Vinte minutos se passaram. Finalmente Rita entrou e sentou-se na minha frente. A mulher que eu via parecia muito pouco com a mulher de quem eu me lembrava. Seus olhos passavam de um lado para outro, piscando rapidamente, como se focalizar em uma área visual por muito tempo causasse dor aguda em seus olhos; e no topo de seu corpo ligeiramente rechonchudo, parecendo inchado, sua cabeça agitava-se nervosamente e aparentemente de modo involuntário. Ela parecia incapaz de ficar sentada sem torcer-se, como se alguma coisa estivesse rodando dentro dela. O mais educadamente que eu pude eu disse, “Eu estava duvidando se você iria me atender. Eu estou aqui já há muito tempo.”

“Bem você deveria ter entrado e me procurado. Você tem que ter mais responsabilidade”ela disse. A injustiça dela me dizendo que esperasse, me deixando congelar e depois me censurando me perturbou.

Assim a sessão começou do modo errado e passou a ficar fora do controle. Eu pedi à ela uma outra leitura paranormal mas ela disse que o que eu precisava era aconselhamento. Insatisfeita com sua decisão, comecei a dizer à ela que não tinha certeza de que deveria ficar na Costa Leste, que eu estava ficando sem dinheiro, que eu não tinha aprendido nada que me interessasse na aula de antropologia e que eu ficava na maior parte do tempo doente e deprimida. Rita me respondeu dizendo que eu precisava fazer algo para aumentar minha autoestima – algo que me fizesse sentir melhor comigo mesma.

Ela mencionou que tinha acabado de estar com uma cliente que sempre quis ter um carro novo e bonito e Rita sugeriu à ela que comprasse o carro, no cartão de crédito e pensasse mais tarde sobre como pagar. Ela disse que esta sugestão transformou sua cliente e deu à ela uma nova motivação. “Você deveria fazer o mesmo”, ela disse.

“Eu não quero comprar um carro” respondi. “Eu não preciso de um carro, meus tios me emprestam o deles”.

Ouvindo isto Rita insistiu que eu comprasse um carro novo.

“Eu nunca dirigi um carro novo e não quero fazer isto” disse. “Além disto já estou cheia de dívidas e não preciso de mais uma dívida com cartão de crédito.”

Sacudindo-se com irritação e torcendo-se ela contradisse “Você não se ama o suficiente para fazer algo por si mesma.”

Silenciosamente pensei “Você é doida, não quero nunca mais falar com você.”

Saindo rapidamente do estacionamento fui-me embora, vendo o consultório de Rita diminuir no retrovisor. Tinha saído da sessão como se tivesse escapado de uma corrida maluca e quase não consegui manter minha cabeça de pé ou ver através de minhas lágrimas a estrada para casa. Eu estava seguindo os conselhos de uma alucinada.

 

 

 

 

 

Não Tenho Certeza do que Fazer com Minha Vida

 

Arrasada por ter desistido de Rita, mas continuando minha desesperada busca por respostas, eu comecei a frequentar um centro de cura hindu, da Nova Era, holístico, onde participei de um círculo semanal de silencioso anonimato com uma média de cinco estranhos. Um dia, o líder do grupo, um homem baixinho e louro, parecido com John Denver, sentou-se em seu travesseiro de meditação, levando mais tempo do que o normal para acalmar-se – duas vezes reestruturando sua posição de lótus com mãos trêmulas. Normalmente ele começava nosso grupo com cânticos, mas desta vez ele falou lutando para encontrar palavras que pareciam estranhamente frágeis “Eu tenho más notícias para vocês”. Ele pausou e respirou fundo. “Eu descobri que os gurus que eu tenho seguido, gurus que alegavam ser avatares, encarnações de divindades, envolveram-se em comportamentos que…” – ele parou, olhando um ponto no chão em sua frente _ “que não demonstram dignidade humana”. Eu me recordei que a entrada da sala de meditação tinha parecido vazia, mas eu não tinha notado porquê. Agora eu entendi que as fotos e pinturas dos gurus tinham desaparecido.

Tornando-se mais e mais firme, ele continuou “Devemos buscar somente a Fonte de toda a Unidade e não usar mediadores. Podemos sempre confiar na Fonte, nAquele que é a Consciência Universal, que é nós, que é Tudo.”

Eu pensei “Que profundo!”

Precisando explorar esta profundidade, eu sentei-me, ajoelhei-me, curvei-me e então ajoelhei-me, fiquei de pé e curvei-me e sentei-me etc em um centro de budismo sem qualquer graça. E corretamente me levantei quando chegou meu turno de visitar o “mestre” budista que sentava-se regiamente no chão em uma sala lateral com sua assistente séria. “Você pode ajoelhar-se perante o mestre e fazer uma pergunta”, disse a assistente.

Eu reagi a ter que ajoelhar perante um estranho, especialmente um com a aparência de grande importância, mas, deliberadamente, afastando minha primeira impressão eu disse “Eu vim aqui para a Costa Leste porque uma paranormal me disse para fazer isto, e agora que estou aqui não sei o que fazer comigo mesma ou com minha vida. Qual é o significado da vida então?”

O mestre, um americano algo, branco com a aparência de um zagueiro de futebol, disse em uma voz tonitruante, “Eu não posso responder a isto. O que você acha?”

“Eu não sei” respondi “O que você acha?”

Ele pausou, permitiu algum tempo para que um silêncio embaraçoso acontecesse e disse “Eu não sei. O que você acha?”

 

 

Eu Me Sentia COM A ALMA Doente

 

As falsas promessas de cura e iluminação da Nova Era não eram minhas únicas esperanças destrutivas. Desde bem jovem e especialmente depois que eu abandonei minha carreira de dançarina, eu procurava por consolação e felicidade em relacionamentos íntimos e afundava mais e mais na voragem do pecado. Eu tinha me sentido suja quando comecei a ser sexualmente ativa, mas à medida que prosseguia com meu comportamento, aquele sentimento ruim desapareceu.

Sexo nunca me atraiu muito; eu simplesmente queria ser amada e acalentada. Eu me sentia temporariamente cheia de vida quando estava vivendo um relacionamento, mas quando as coisas falhavam, como inevitavelmente aconteciam, eu ficava com um vazio maior, escuro e solitário, dentro de mim. Quando não tinha namorado, minha mente buscava consolação e fixava-se em quem poderia ser o próximo. Se eu não conseguisse pensar em alguém, encontrava uma fugaz satisfação em olhar uma lista de homens com quem tinha dormido, como se fosse um troféu. A vida sem namorado significava a solidão desesperada, então eu escarafunchava salas, ruas e clubes com uma fome solitária, na esperança de “o” encontrar.

O movimento da Nova Era tinha incentivado minha promiscuidade porque não tinha valores morais no que tange a sexo, e aumentou meu desespero não oferecendo nenhum meio de salvação. Naquele verão na Costa Leste eu continuei a caminhar na direção de arame farpado, participando cada vez mais de oficinas de Nova Era, buscando o Marido Perfeito, quando não o Nirvana ou a resposta para os mistérios da vida. Como sempre, saía de tudo sem nada nas mãos e sem ninguém a meu lado.

A despeito da dor resultante, eu continuava buscando fora de mim algo ou alguém para me fazer feliz e eu nunca senti paz interior. Minha vida estava centralizada à volta da minha necessidade desesperada de significado, cura e amor.

 

 

 

Eu Não Tinha Força Suficiente para Enganar a Mim Mesma

 

Posso recordar vividamente um dia quente de um verão quando acordei de um pavoroso pesadelo e com uma sensação de pânico à vista de um novo dia que insistia em surgir. Acordei e fiquei olhando fixamente um rosto assustador no espelho do banheiro. Quem era essa criatura olhando para mim? Ela tinha os mesmos cabelos castanhos lisos e os mesmos olhos castanhos, mas a pele dela, normalmente azeitonada, parecia vermelha e cheia de nódulos; as feições, normalmente juvenis, caídas, formando um franzido de depressão. Os olhos pareciam opacos, e ela parecia mais velha. Quando eu tentei levantar minhas sobrancelhas e músculos faciais para fingir felicidade, ela me olhou sem jeito e sem convicção. Eu queria nunca ter olhado para ela.

Eu me arrastei até uma livraria próxima para pesquisar algo espiritualmente iluminador – ou pelo menos alguma coisa que ajudasse. Uma necessidade urgente de ir ao banheiro interrompeu minha pesquisa e me fez correr. Tive de correr até um banheiro. Este tipo de emergência estava cada vez mais frequente. Eu me levantei para sair e olhei com horror o vaso cheio de sangue. Tonta e assustada, muito apavorada para chamar um médico, saí do banheiro com uma sensação de enjoo, mistura de medo e negação enrolando meu estomago.

Sentindo-me como uma estranha em meu próprio corpo, caminhei ao léu. Assustada com as pilhas de livros à minha volta, pedi “Ao Universo” que me guiasse até o livro da vida perfeito. Tirei livros das prateleiras e os coloquei de volta. Sentei-me confusa e paralisada na frente de um sistema de catálogo de computador, levantei-me e saí. Aproximei-me de uma bibliotecária e depois me afastei silenciosamente. Eu buscava conhecimento, mas não sabia de que tipo. Queria pegar um livro que tivesse todas as respostas às perguntas da vida. Mas como eu poderia achar isto em um sistema de catálogos de biblioteca, menos ainda pedir a uma bibliotecária que achasse para mim?

Derrotada e perdida, sentei-me em um canto enquanto uma onda familiar de cansaço pesado, anestesiante me colava na cadeira. Minha visão turvou-se e eu fiquei olhando, parada, as filas de livros sob as pálpebras que queriam fechar com o peso de uma porta de ferro. Enquanto eu caia no assento, assustada pela fadiga súbita e por meus sentimentos de pânico e desespero, tentei meditar. Eu tinha ouvido dizer que deveria esvaziar-me de todos os pensamentos para dissipar-me no eterno nada ou no eterno tudo. Eu não conseguir me lembrar de qual deles. Mas minha mente, ao invés disto ficou fixando-se na ânsia dolorosa de um futuro marido.

Muito cansada para qualquer coisa, cai de lado enquanto uma tristeza cavernosa começou a crescer dentro de mim. Temendo uma onde de desespero, tentei com todas as forças conter minhas emoções, mas não tive forças para me enganar. As lágrimas começaram a correr por minha face. Levantar minhas mãos e enxugá-las significava sacrificar as poucas gotas de energia que eu ainda possuía. Então com as mãos caídas, meus membros pesados como cimento, deixei as lágrimas caírem, sentindo-me perigosamente ferida e só. Fiquei sentada lá umas duas horas, enquanto as lembranças de meus anos de bailarina profissional cheia de energia e graça passavam por minha mente como uma maldição.

Eu tinha vinte e sete anos e minha saúde estava piorando rapidamente junto com meu sentido de objetivos e bem estar mental. Eu comecei a vomitar seu motivo, meu cabelo caia mais que o normal e eu sangrava internamente e não conseguia tomar a maioria dos alimentos. Eu sentia dores, meus pés e minhas costas pulsavam de dor e sem alerta, a energia continuava a sair de meu corpo amortecido como se a vida tivesse me deixado. E o pior de tudo, eu me sentia doente no fundo da minha alma. Algumas vezes eu gritava em desespero gutural; às vezes eu me enfurecia com a vida e às vezes eu chorava sem conseguir parar.

 

 

Você Pode Me Ajudar? Alguém Pode me Ajudar?

 

Em uma última tentativa de cura, participei de uma oficina de cura com as mãos de Reiki, e enquanto estava deitada em uma mesa e os participantes me massageavam, uma energia foi derramada sobre mim que me encheu de desespero. Eu comecei a chorar descontroladamente. Desculpando-me, sai da mesa antes que terminassem e me escondi em um canto para chorar. Minhas lágrimas eram do fundo da alma e não me davam alívio – somente uma tristeza estranha e assustadora.

Quando a oficina terminou e o pessoal começou a sair, eu comecei a entrar em pânico. Eu queria correr até alguém, alguém agradável, sacudir a pessoa e gritar “Você pode me ajudar? Alguém pode ajudar?” Do canto do meu olho, eu vi um homem saindo e quase corri até ele, no estacionamento, mas parei na minha loucura e pensei “Ele não pode ajudar você. Nenhum ser humano pode ajudar você” . Ainda soluçando, entrei no carro e saí cantando “Segure-me. Segure-me!” e pensando se havia alguém na terra ou fora daqui que poderia me ouvir.

O único amigo que eu tinha deixado aquele verão, a única pessoa que poderia ajudar com meu desespero e crises de choro era um homem chamado Joseph que vivia perto de minha casa na Costa Oeste. De vez em quando Joseph pacientemente me ouvia jogar minha tristeza pelo telefone. Eu sabia que Joseph tinha alguma coisa especial, algo que dava à ele um contentamento profundo. Enquanto a vida me jogava para lá e para cá como um navio em mar revolto, seu leme permanecia firme em águas calmas. Eu não o poderia ferir com minhas dores. Quando conversava com ele eu me sentia segura. Eu sabia que ele era diferente.

Na manhã depois da oficina de Reiki eu estava deitada, abalada pela fadiga. Eu recebi um telefonema que mudaria minha vida. Era Joseph. Ele me disse que havia seis semanas que estava sendo acordado no meio da noite tendo uma visão comigo chamando por ele dizendo “Ajude-me. Mostre-me quem você realmente é”. Ele, no começo ficou confuso com isto. Considerando a mensagem metaforicamente ele começou a ajudar várias mulheres de sua vizinhança – com o trabalho de casa e ajudando senhoras a atravessar a rua. Mas quando mais ele descartava o pedido da visão mais minha imagem clamava “Ajude-me! Mostre-me quem você realmente é”.

Eu conhecia Joseph há cinco anos, e ele nunca havia falado comigo sobre sua fé, mas neste dia, no telefone, com sua voz característica, suave, articulada, ele começou a falar comigo sobre o amor de Deus. Suas palavras atingiram os recessos mais íntimos de meu coração e eu comecei a sentir-me leve e expansiva, como se meu corpo estivesse preenchendo toda a sala. “ Christine”, ele disse “você está sendo salva”.

Logo entendemos que Deus queria que eu visse Joseph urgentemente. Com o resto de energia que eu tinha, juntei a coragem para fazer uma bateria de testes médicos, tantos que nem me lembro mais. Então, voei para a Costa Oeste para viver o que foi a semana mais milagrosa de minha vida.

 

 

Somente a Graça a Salvou

 

Eu estava ansiosa para estar na sala de Joseph. Eu me sentia muito mal e precisava de consolo e descanso. Eu não tinha mais força e a sala de Joseph sempre me alimentava. Joseph alugou uma sala em Kensington, na California, em uma casa tão grandiosa que parecia aloof. Mas sua sala parecia um oásis da paz – agradável, feminina e convidativa. Quadros de anjos e da Catedral de Notre Dame na França estavam sobre papeis de parede de senhoras da era vitoriana, seus pretendentes e barcos à distância. A beleza superava a necessidade. Cartões postais e cordões e pequenos objetis estavam colocados tão delicadamente à vista que sempre que eu encostava em alguma coisa, mais ou menos quinze outras caiam ao mesmo tempo. Duas janelas abriam-se para a Baía de São Francisco – mostrando árvores, céus, luzes da cidade, uma ponte da baía, luzes da manhã, por do sol, e um quintal de cerca esculpida pequena, lembrando os jardins particulares de antigos reis. Naquela semana eu olhei muitas vezes por estas janelas.

Na tarde em que eu cheguei, entrei em sua casa, coloquei minha bolsa em um cômodo ao lado do de Joseph (que ele tinha reservado para mim), e sentei-me na cama sem energia para mudar de roupa ou de levantar as cobertas e dormi.

Na manhã seguinte, Joseph acordou perguntando como poderia me ajudar. “Eu preciso rezar hoje” ele disse “e perguntar a Deus porque você está aqui. Seria bom se você também passasse o dia rezando”.

“Eu não sei rezar” eu contei à ele.   “Eu nunca rezei antes”.

Joseph me olhou incrédulo, como se tivesse encontrado uma extraterrestre: “Você está me dizendo que nunca rezou?”

“Joseph! Eu não fui criada com religião nenhuma! Eu não tenho a menor ideia do que é”.

Joseph ficou introspectivo, olhou para o chão e começou a sacudir a cabeça. “Não consigo nem imaginar o que é a vida sem oração”, ele disse.

Eu dormi o resto do dia e quando eu acordei Joseph tinha deixado uma nota dizendo que ele tinha ido para a praia.   Sem saber o que fazer comigo mesma, decidi dar uma volta no crepúsculo pela quadra. Assim que saí, senti uma felicidade e uma tranquilidade que pareciam do outro mundo. Meu tormento emocional e minhas dores de corpo normais, dores no pé, e fadiga tinham-me deixado. Enquanto eu andava ao longo das calçadas da vizinhança, meus pés pareciam estar um pouco acima do solo; minhas pernas levantavam e abaixavam como se não tivessem peso, como se eu estivesse andando sobre a lua; e meus olhos viam uma beleza sobrenatural na natureza que eu jamais vi antes e nem depois disto. As flores, os botões, e as árvores pareciam iluminadas a partir de dentro. Enquanto olhava à minha volta, pisquei várias vezes para testar se o que eu via era real. Era e eu comecei a chorar maravilhada.

Depois de uma hora, voltei à casa de Joseph. Enquanto esperava sua volta, o dom da paz diminuiu e eu fiquei novamente restrita ao meu corpo cheio de dor, sem que fosse mesmo. Enquanto meus sintomas físicos voltavam, meu espírito permanecia alegre. Quando Joseph finalmente chegou, contei à ele sobre minha caminhada celestial. Sua reação pensativa me intrigou. Normalmente ele se deliciava abertamente com a alegria dos outros, mas enquanto eu falava ele me ouviu silenciosamente e demorou a responder. “Como foi sua caminhada na praia?” perguntei.

Joseph sentou-se e uma cadeira ao meu lado, olhou para o alto à frente e não disse nada.

Achando que ele não tinha me ouvido, eu perguntei de novo “Como foi sua caminhada na praia?”

Eu observei que seu lábio superior estava tremendo. Suspirando profundamente ele começou a falar.

Ele me disse que estava sentado na areia e sentiu de súbito que estava sendo atacado espiritualmente. Um peso maligno começou a pressioná-lo do alto e ele sentiu como se seus ossos estivessem literalmente esmagados. Temendo não conseguir sobreviver ao peso, clamou a Deus e Maria por ajuda, e finalmente o assalto enfraqueceu e finalmente parou. Então ele viu a silhueta de uma figura demoníaca escura, olhando para ele e urrando horrivelmente com a raiva de uma derrota furiosa enquanto sumia de vista.

Assustado, ele olhou à areia à volta dele e não acreditou no que via. Estava tudo coberto com seu sangue. E o mesmo ele observou em áreas de sua pele. Ele tinha suado sangue na luta contra Satanás. O que ele experimentou no reino espiritual o afetara fisicamente. Joseph olhou atrás de si e viu um casal passeando que quando o viu começou a andar mais rápido. Ele pensou “É melhor eu me lavar no mar, Deus sabe com que aparência estou”.

“Eu não sabia até agora” Joseph me disse seriamente “que o mal não vive só dentro dos seres humanos, mas é um ser real – consciente, totalmente vivo e mortífero”.

Sem saber o que dizer, balbuciei – “É incrível que enquanto eu estava vivendo um momento de liberdade de todos os meus tormentos pela primeira vez, você estava sendo atormentado como nunca antes”.

“Não é coincidência Christine”.

“O que você quer dizer?”

“Que todos os demônios que estavam em você vieram atrás de mim”.

“Oh, o quê? Porque?”

“ Eles sabiam que eu vou conduzir você a Deus e ficaram furiosos.”

“ Quantos haviam em mim?”

“Você era uma caravana deles”.

Eu me encolhi ao pensar no que tinha vivido dentro de mim. Eu comecei a sentir enjoo, horrorizada pelo fato do que eu fazia parte do que tinha acontecido com Joseph.

“Christine”ele disse, “Com o quê você tem estado envolvida que causou tudo isto?”

Eu honestamente não sabia. A pedido de Joseph, eu comecei a contar à ele coisas da minha vida que eu mantinha em segredo: minha depressão depois de ter parado de dançar balé; meus relacionamentos íntimos com uma fila de namorados, meus casos rápidos, dois dos quais eram homens casados com quem eu tinha trabalhando em um restaurante, meus retiros e as práticas de Nova Era. Joseph ficou pálido e ficava cada vez mais consternado à medida que eu continuava. Ele me disse que sexo antes do casamento é errado, que Deus nunca quis que eu fosse jogada de lá para cá em desilusões e mais desilusões, que o comportamento sexual me colocava em risco de contaminar-me com vírus mortais e que quanto eu estou para me unir a um homem e tornar-me uma com ele, Deus queria que este homem se unisse a mim em um voto de casamento e amor por toda a vida. Daí então, o sexo seria saudável para minha alma.

“A Igreja não inventou isto” ele disse. “Você perdeu a proteção de Deus ao perder sua virgindade e abrir-se ao reino demoníaco. Com cada pessoa com quem você dormiu, mais demônios entraram em sua alma. E você também feriu as almas das pessoas com quem estava.”

Eu me defendi, dizendo que ninguém tinha me dito que sexo antes do casamento era errado. Como é que eu saberia? Então eu me lembrei que em um nível profundo, dentro de mim, eu sabia que algo estava errado, mas eu ignorei esta sensação. Entretanto eu não consegui defender minha participação em adultérios. Eu tinha, na época, trabalhado minha consciência dizendo a mim mesma, “Ele não deve ter um bom casamento, é claro. Se já é ruim, não estou fazendo nada errado”. Mas eu nunca esqueci a tarde em que atendi a esposa de meu amante no restaurante. Ela olhou-me para agradecer com olhos doces e inocentes que perfuraram minha consciência como uma lança de fogo. Meu corpo todo corou de vergonha.

Lutando para poder dizer algo redentor sobre minha vida, eu disse à Joseph, “Bom, pelo menos eu estava crescendo em espiritualidade frequentando oficinas de Nova Era e trabalhando para ter uma consciência mais elevada”.

“Christine, nada disto ajudou você. O movimento da Nova Era não honra o verdadeiro Deus. Muitas práticas da Nova Era violam o primeiro mandamento, que diz “Amarás a Deus sobre todas as coisas”. Vez por outra Deus tentava alcançar você para ajudar a mudar sua trajetória, mas você caminhou à borda de um precipício e estava quase caindo. Somente a graça a salvou.”

Fiquei em um silêncio atônito e coloquei a cabeça entre as mãos quase sem conseguir respirar, arrasada pela notícia de que minha busca por amor e significado era não somente uma perda de vida mas a destruição da mesma.

Aquela noite, ajoelhei e chorei. Exausta pela verdade e pela enfermidade, minha cabeça foi ao chão e, um por um, lembrei-me de todos os homens com quem tinha estado. Disse a Deus que estava arrependida. Elevei a Deus toda a minha história de confusão espiritual e disse “Eu lamento ter ofendido e lamento ter magoado tanto a Você, por favor perdoe-me”.

 

 

 

Você é Abençoada TANTO Quanto Ama

 

Eu dormi naquela noite como em uma tumba. Minha saúde tinha declinado a um nível perigoso. Eu queria ajuda. Eu queria Deus. Mas eu não queria nada com Jesus ou Maria. Durante anos e anos eu não quis saber nada deles.

Uma vez eu tinha visto uma gravura da Madona com a Criança que tinha me deixado tão furiosa que eu queria tirar da parede. Uma outra vez eu tinha lido um livro de auto ajuda do qual eu gostara exceto suas rápidas menções a Jesus. Eu aprendi que Jesus e Maria eram figuras fantasiosas para os desesperançados e mal orientados. Para mim, os seus nomes e imagens causavam ira. Eu sempre os detestei imensamente.

Mas Jesus tinha decidido me salvar, eu, a pecadora. Eu nunca irei entender porque ele escolheu a mim, e eu não tenho palavras para expressar minha gratidão. Eu não estaria viva se não fosse pela divina graça, sem qualquer mérito meu e sem ter pedido.

Três dias depois de minha chegada na Costa Oeste, deitada na sala de Joseph com meus olhos fechados e quase dormindo, senti a presença de Deus dentro de mim e à minha volta. Com os olhos de minha mente, vi uma massa cinza, pulsando. Alguns segundos mais tarde, ouvi um som como “pop” alto, dentro de mim, e a massa desapareceu. Então eu abri meus olhos e vi Joseph sentado a meu lado. “Você ouviu isto?”perguntei à ele.

“Não. O que você ouviu?”

Eu expliquei o que tinha acontecido. Ele parou pensativamente e disse “Foi bom que você veio para cá quando veio.”

“Porquê?”

“Christine, Jesus acabou de curar você de um câncer”.

“O quê?”eu exclamei suspendendo a respiração. “O que é que você está dizendo?”

“Você está com câncer e tinha mais seis semanas de vida”.

“Quê? Como você sabe disto?”

“Eu estava em oração agora e Maria veio a mim. Ela falou comigo. Ao mesmo tempo em que você estava sentindo a presença de Deus com você, Maria estava me dizendo que ela viu você perdendo a vida, como um peixe que não achava água, mesmo tendo um oceano a seu lado. Ela teve pena de você e pediu ao Filho dela para salvar você”.

Eu me sentei ereta, muda. Tentei dizer uma palavra e não conseguia. De alguma maneira eu sabia que ele tinha falado a verdade.

Nas três semanas seguintes, quase todos os meus sintomas sumiram e ao longo do tempo minha energia retornou. Eu telefonei para a Costa Leste e me disseram que o resultado do exame que eu tinha feito estava anormal e que eu teria que voltar e ver um médico imediatamente; mas como eu estava me sentindo completamente bem e em paz, não me preocupei e não voltei. Desde então meus exames são saudáveis e aprendi que a promiscuidade pode levar ao câncer cervical por meio do vírus do papiloma humano.

Meus pecados sexuais tinham ajudado a trazer a morte da minha alma e a morte de meu corpo. Mas Jesus, a pedido de Maria, tinha salvado minha alma e minha vida. Mesmo eu tendo odiado-os, eles sempre haviam me amado.

 

 

O Céu Estava em Festa porque Uma Pecadora Havia Sido Salva

 

No dia seguinte, Maria falou novamente com Joseph e disse à ele que eu deveria rezar o terço sempre que precisasse de sua ajuda e ela viria a mim. Jesus também disse à ele que eu não deveria mais pecar, entrar na Igreja Católica e ajudar a levar para a igreja “compaixão, amor, bondade e generosidade”. Eu nunca tinha posto meus pés em uma Igreja Católica a não ser como turista, mas eu queria saber como me “inscrever”.

“Se você tivesse morrido antes que Jesus salvasse você” disse-me Joseph, “você teria sentido dores horríveis, não somente no seu corpo, porque o câncer teria se espalhado para seus ossos, mas também em sua alma, porque você teria perdido muito tempo da sua vida. Depois da morte, você teria entrado em um lugar de sofrimento e remorso pelo que pareceria milhares de anos”.

“Milhares de anos?” perguntei à ele incrédula. “Você ouviu isto na oração também?”

“Sim” ele disse. “O tempo do purgatório é diferente daqui. Para você, iria parecer uma eternidade antes que você conseguisse entra no céu”.

Eu disse à ele que eu achava que iria nascer de novo em um corpo diferente aqui na terra depois que morresse, mas ele me garantiu que isto não é verdade. “Vivemos esta vida somente uma vez” ele disse “e onde terminamos – seja no céu, purgatório ou inferno – depende de como vivemos nossa vida aqui’”

“O céu” ele disse “vale tudo – qualquer sofrimento na terra. As almas experimentam tal alegria que é indescritível. São completamente plenificadas e vivem em meio à beleza que não existe aqui na terra.”

“Você já experimentou o céu?”eu perguntei à ele.

Ele corou e virou o rosto, ficou silencioso, contemplativo e não respondeu. Após alguns momentos ele virou-se para mim, olhou-me nos olhos e disse, “Mesmo se os pecados da pessoa forem escarlate, o arrependimento sincero pode levar a pessoa ao paraíso”.

Na tarde após eu ter sido curada, ouvi uma sinfonia – uma peça musical terna, edificante, que nunca ouvi antes. Eu estava na sala de Joseph e achei que o radio estivesse ligado. Eu verifiquei em todos os locais – na entrada, na janela, sob a cama, mesmo nas gavetas de sua mesa, para ver de onde viria a música, mas logo entendi que a linda música estava vindo de dentro de mim. Eu entendi então que o céu estava se alegrando porque uma pecadora tinha sido salva, e as hostes celestes estavam permitindo que eu me unisse à celebração.

Nesta mesma noite Joseph teve um sonho. Ele me viu olhando com admiração minha própria mão vendo-a brilhante com uma luz radiante. Eu fiquei assombrada enquanto meus olhos iam de minha mão até o resto do corpo. Uma luz divina estava permeando e iluminando-me toda. “Veja Christine” ele disse, “você caminha na luz. Você se preocupa com a dor de seus pés e de seu corpo, mas isto é o que você é. Você é abençoada tanto quanto amada. Você é uma pluma ao sopro de Deus”.

 

 

Deus Me Recriou

 

Meus dias com Joseph ultrapassaram meu próprio entendimento, e embora minha vida continuasse sempre a ser premiada com pequenos milagres, nada se compara com o derramamento de graça sobrenatural que me trouxe de volta à vida. Por meio de Joseph, Jesus cobriu-me com muito mais amor intenso, verdade genuína e atenção imediata do que tinha conseguido receber em todos os meus anos anteriores. Jesus entrou no deserto árido de minha vida, e soprou seu Espírito sobre o meu. Verdes brotos de esperança e pequenas flores amarelas de alegria saiam de meu coração e floresceram pelas rachaduras. Eu me sentava na igreja todos os dias, chorando e chorando de gratidão. Em uma semana Deus tinha me recriado.

Antes de Jesus me curar, eu não conseguia me doar aos outros. Sempre que eu o fazia, um poço de necessidade desesperada me jogava de volta ao egoísmo. Eu não conseguia achar um significado. A vida era uma série de eventos aleatórios decepcionantes. Mas depois de minha conversão, Deus deu-me um objetivo: amá-lo acima de todas as coisas e amar meu próximo como a mim mesma. Finalmente pude olhar o mundo e pensar sobre o que eu poderia dar e não o que conseguiria obter.

Nos anos que se seguiram, eu aprendi o que significa ser um cristão. Eu me preparei e recebi o sacramento do batismo, um dom do céu de graça incomensurável por meio do qual Cristo me deu uma parte de sua vida divina. Estudei durante três anos e obtive um mestrado em Estudos Teológicos na Escola Jesuíta de Teologia em Berkeley, onde todos os grandes mistérios da vida estavam na ponta de meus dedos, como amoras maduras prontas para serem colhidas. No meu último verão lá, aprendi a ser uma diretora espiritual. Depois estudei mais dois anos na Universidade da Califórnia em Berkeley e fiz um mestrado em Assistência Social, por meio do qual aprendi a parte prática de viver minha fé em beneficio dos que precisam.

Prestei serviços a mulheres na prisão, pessoas com AIDS, e como residente em um dormitório de faculdade. Depois comecei a trabalhar como assistente social e conselheira de perdas com os moribundos e sofridos, por meio de atendimento a hospitais, o que me preparou para um trabalho posterior com aconselhamento após abortos e diretora de educação com licença em trabalho social clínico. Além disto, trabalhei como diretora espiritual, palestrante motivacional, líder de retiros e pregadora de missões em paróquias. E pela graça de Deus, pude ser admitida no sacramento do matrimônio com um homem carinhoso, chamado John.

 

 

Eu Respeitava Maria, Mas Não a Sentia

 

Nesta altura de minha história, Deus me conduziu por uma jornada de cura para conhecer alguém que eu tinha descartado sumariamente. Ela tinha olhado do céu, tido pena de mim e pedido ao Filho dela que me salvasse. Ela havia me convidado a rezar o terço, o que eu ignorei. Ela tinha revelado-se como meu apoio constante, mas eu nunca a chamava. Eu a respeitava como uma presença assombrosa e poderosa, a Rainha do céu e da terra, a Imaculada Conceição, sem pecado, olhando por todos os filhos com amor dileto, mas eu, por mim, não a conseguia sentir. Para mim, Maria permanecia uma figura distante, congelada dentro dos contornos de suas imagens. Este senso de separação continuava mesmo depois que eu fiquei intrigada com suas aparições em uma cidadezinha chamada Medjugorje, na Bósnia e Herzegovina, do outro lado do mundo.

Quando eu soube que Maria tinha vindo à terra com cinco pedidos básicos, eu tive que me lembrar que era a mesma Maria que tinha ajudado a salvar minha vida, então, o mínimo que eu poderia fazer seria responder ao chamado dela. Ela estava pedindo a eucaristia frequente, leitura da Bíblia, oração, especialmente do terço, confissão mensal e jejum a pão e água às quartas e sextas feiras. Mais fácil pensar que fazer. Eu me arrastei ao longo das mensagens dela: comecei a rezar o terço, na melhor das hipóteses, esporadicamente; raramente lia a Bíblia porque achava que eu já tinha estudado demais isto na faculdade de teologia; ia para a confissão quando queria e minha primeira tentativa de fazer jejum me deu uma dor de cabeça horrível daí tomei sorvete ao invés de continuar.

Não foi até o dia em que senti um chamado em meu coração para levar meu marido, John, a Medjugorje que recebi a graça de viver as mensagens de Maria com empenho. Quatro meses depois de nosso casamento, tomamos um avião para uma peregrinação de uma semana neste pequenino lugar do outro lado do mundo.

 

 

Senti Me Unida ao Céu

 

Medjugorje nos cativou. Nós não sabíamos que um lugar físico na terra poderia conter tanto céu. Nunca antes de Medjugorje nós tínhamos experimentado tal comunhão espiritual, tal crença palpável, em todos os lugares onde olhávamos. No inverno mais intenso, a igreja da cidade, São Tiago, transbordava de gente todas as tardes. E os que não conseguiam entrar ficavam do lado de fora, no frio, só para ouvir as palavras do terço e o eco da Missa pela cidade por meio dos autofalantes. Nós imergimos nas intensas liturgias e na multidão de fieis, ajoelhando humildemente em oração, cantando com fervor as lindíssimas canções locais durante a adoração do Santíssimo Sacramento. Ficamos maravilhados com as longuíssimas filas de pessoas esperando a vez para confessar-se, os milagres,os corações convertidos, e a subida noturna na Colina das Aparições, com as pessoas marchando lentamente sobre a trilha rochosa, guiados pela luz da lua, rezando o terço em voz alta, até chegarem ao local onde Maria apareceu pela primeira vez aos videntes.

Cercada pelo som das orações, pelo aroma de ar fresco, a visão das faces brilhantes e reverentes, eu frequentemente me sentia fora deste mundo. Eu me senti unida ao céu e pude sentir a presença de Deus. Era impossível preocupar-se com alguma coisa. Quando eu tentava, não conseguia. O poder da crença em Deus era tão forte em Medjugorje que podia quase ser tocado. E ainda, mesmo naquele lugar de graça extraordinária, quando minha mente enchia-se de pensamentos sobre minha mãe no céu, uma indiferença esquisita vinha sobre meu coração. “Por favor mamãe” eu pedi à ela, “Ajude-me a senti-la”.

 

 

 

Maria Nunca Desistiu de Mim

 

Meses depois meu retorno a casa, foi marcada uma ablação cirúrgica, um procedimento médico para corrigir minha taquicardia. O procedimento seria inserir dois longos fios com eletrodos nas artérias superiores de minha perna e conduzi-los até meu coração. Eu fiquei com medo e embora o procedimento tivesse dado certo, a recuperação foi dolorosa, e eu ansiava por suporte de meus amigos e de minha família, especialmente, por algum motivo, da minha mãe. Mas minha mãe nem telefonou. Eu me senti tão abandonada e necessitada de amor materno que comecei a chorar. Minha dor abriu antigas feridas que me derrotaram, então eu telefonei para uma amiga pedindo apoio e no meio de nossa conversa ela exclamou, “Oh! Sinta Maria, ela está aqui, ela está aqui – eu sinto sua presença de modo tão forte. Ela esperou por este momento toda sua vida. Ela está a seu lado desde que você era uma menininha. Ela quer que você a deixe entrar em seu coração, e ela está me dizendo agora que você finalmente a pode senti-la.”

Eu quase não conseguia falar. Eu deixei que suas palavras me lavassem lentamente, como uma canção de ninar suavizando o choro de uma criança. Pela primeira vez eu permiti que o amor de Maria curasse minha dor. Pela primeira vez eu pude sentir minha Mãe do céu. E quando sua presença leve, confortante envolveu-me ternamente, ela, de algum modo, entrou pelas fendas abertas de meu coração, e o abismo frio, que eu tinha sentido durante tanto tempo entre nós, desapareceu.

Olhando para trás, é muito difícil eu entender porque Maria nunca desistiu de mim, esperando durante anos que eu aceitasse seu abraço. E eu nunca poderei entender completamente porque ela pediu a seu Filho que me salvasse. Que espécie de amor espera tão pacientemente, nunca perdendo seu fervor, mesmo enfrentando raiva, descrença e indiferença?

Só o amor total de uma mãe.

 

 

 

 

 

 

 

 

Mensagem de Maria em 30 de julho de 1987, de Medjugorje Dia a Dia.

 

“Queridos filhos, esta é a razão de minha presença entre vocês por tanto tempo: levar vocês a Jesus. Eu quero salvar vocês e por meio de vocês, salvar todo o mundo.

Muitas pessoas agora vivem sem fé: alguns nem mesmo querem ouvir falar de Jesus e ainda assim eles querem ter paz e plenitude! Filhinhos esta é a razão pela qual eu preciso de suas orações: a oração é a única maneira de salvar a raça humana.”

 

 

 

Para Refletir em Oração

O coração da mulher com a jarra de alabastro em Lucas 7 que beijou os pés de Jesus e os banhou com suas lágrimas, está refletido no coração de Christine, que dois mil anos mais tarde senta-se na igreja todos os dias chorando de gratidão, abismada pela magnitude do que Jesus fez por ela.

 

Lucas 7,m 36 – 50

 

  1. Não sabemos o que aconteceu antes desta cena das escrituras. Claramente alguma coisa transformadora ocorreu com a mulher da jarra de alabastro mesmo antes dela irromper pela porta. Jesus deve tê-la tocado tão profundamente que ela, uma pecadora conhecida, entrou na casa do fariseu só para agradecer Àquele que a amou ao ponto de dar-lhe uma nova vida. Existe algum momento em sua vida do qual você possa lembrar, em que Deus alcançou sua vida de modo inesquecível? O que aconteceu? Qual foi sua resposta?

 

  1. Durante quase toda sua vida Christine não soube rezar. Seu amigo Joseph ficou espantado porque ele não podia imaginar a vida sem oração. Em suas mensagens de Medjugorje, o que Maria mais pede é que rezemos. Em sua mensagem de 25 de setembro de 1987, ela diz:

 

“Queridos filhos, também hoje eu quero chamar a todos para rezar. Que a oração seja sua vida. Queridos filhos, dediquem seu tempo somente a Jesus, e Ele dará a vocês tudo o que vocês precisam. Ele irá Se revelar a vocês plenamente.”

 

Qual a importância da oração para você? O que é que distrai você da oração? O que pode levar você a pensar que você não tem tempo para isto? O que fazemos com nosso tempo revela as prioridades de nossos corações. Em que lugar está a oração na sua lista de atividades?

 

  1. Em períodos de sofrimento, você sente-se mais perto de Deus ou mais longe dele? Veja se existem certos sofrimentos ou problemas com os quais você se sente mais confortável perto de Deus e outros não. Porquê? Qual é a diferença? Você se lembra de Deus quando as coisas estão bem? Como é que você pode ficar perto de Deus tanto nas alegrias e nas tristezas, provações e triunfos?

 

  1. Christine experimentou várias atividades de Nova Era, sem saber que Deus proíbe tais atividades pois tendem ao ocultismo – misturando a verdade com mentiras – enquanto nos distanciam de seu Filho e sua Igreja. Em seus esforços de curar suas dores e confusão, ela tentou leitura de baralho de tarô, paranormalidade e muitas outras coisas. Na sua busca de conhecimento e conforto, você ligou-se ao que se considera reino do ocultismo? Você já fez algo que não era o que Deus tem em mente para você? Se positivo, você pode pedir a Deus que cure e limpe você dos efeitos destas atividades, particularmente mencionando-as no sacramento da reconciliação. Lá, Jesus chega até nossas almas, preenchendo nossas mais profundas necessidades de cura, significado, acolhimento e amor.

 

  1. Christine procurou conforto em relacionamentos íntimos, somente para achar-se cada vez mais ferida e perdida. O Papa João Paulo II pediu aos homens e às mulheres que refletissem honestamente sobre suas experiências de sexualidade, fazendo a seguinte dolorosa pergunta. “Você encontrou paz e alegria duradouras usando a intimidade sexual fora dos planos de Deus?” Pondere sobre isto à luz de suas próprias experiências ou de alguém que você conheça.

 

  1. Jesus deseja nos levar a todos a uma vida de santidade e alegria, e um dia, à nossa casa celeste, onde não há mais sofrimento e não há mais lágrimas. Para ajudar-nos ele enviou sua Mãe à terra. Os pedidos dela, vem direto do coração de Deus, com grande amor e seriedade. Como nos ensinaram as escrituras e a história das aparições marianas, consequências indesejadas caem sobre nós quando não ouvimos o chamado de Deus. Maria diz até que “a oração é a única maneira de salvar a raça humana”. Os pedidos mais básicos de Maria são que rezemos todos os dias (especialmente o terço), recebamos a eucaristia frequentemente, leiamos nossas Bíblias, confessemos uma vez ao mês e jejuemos a pão e água nas quartas e sextas feiras. Ternamente ela nos pede isto a todos. Você irá ouvir o chamado dela?

 

 

EXERCÍCIO DE FÉ

 

 

Qualquer pessoa que tenha vivido sem Deus sabe que a vida pode ser como uma sequencia de eventos sem o menor sentido, imbuída de uma angústia existencial que traz a pergunta “Qual é o sentido da minha vida?” Qualquer pessoa que embarque em uma jornada na direção de Deus também sabe que a trilha, uma vez encontrada, parece traiçoeira às vezes, com pontos cegos e curvas inesperadas. E ainda assim Jesus está lá nos esperando, nos convidando a acreditar e permitir que ele erradique o medo de nossas vidas a cada passo enquanto ele substitui por confiança e amor.

 

Em quais áreas de sua vida você gostaria que ele oferecesse mais confiança no seu      amor providente? Em quais áreas de sua vida você gostaria que ele desse mais amor a você? Peça à ele agora o que você quer. Ele quer conceder a você seu pedido.

DO LIVRO “FULL OF GRACE” – HISTÓRIAS DE CONVERSÕES

TRADUZIDO DO ORIGINAL INGLÊS POR EHUSSON CHEQUER

 

Eu fui um bebê abortado !!

Márcia S. é uma senhora muito respeitada em toda a região de San Francisco (E.U.A). Coordenadora do Grupo de Oração mais antigo da cidade, todos conhecem sua grande fé, e as autoridades eclesiásticas locais gostam de solicitá-la para missões delicadas. Medjugorje transformou a sua vida. Ela não consegue encontrar alguém sem falar no extraordinário poder do SantoRosário. Atendendo um apelo interior da Santíssima Virgem, ela fundou doze Grupos de Oração do Rosário, ao redor de San Francisco, para “cercar” a cidade, contornando-a com a coroa real de Maria, formada por doze estrelas, para devolver a Deus o que deveria pertencer a Ele e que, infelizmente, caiu em poder das trevas. De fato, entre as metrópoles do mundo, San Francisco sofre mais do que qualquer outra, por um satanismo ativo, e a Virgem escolhe aí instrumentos para vencer o destruidor de Seus filhos.
Um dia, ela se sente atacada pelo desânimo, pois seu marido, já depressivo, é atingido por uma cegueira progressiva que requer cuidados constantes, 24 horas do dia. Física e emocionalmente, Márcia está no limite de suas forças, ao ponto de lhe vir à tentação de cancelar
o encontro de “Oração e testemunho de Medjugorje” que ela deve dirigir, naquela noite, numa igreja da grande baía, a ‘Santo Redentor’, paroquia de San Francisco, onde o maior número de vítimas da AIDS tem sido tocado pelo Evangelho. Márcia sabe que a maior parte do
auditório está formada por “gays” ou “lésbicas”. Ela sabe que uma numerosa multidão a espera. A simples ideia de tirar o carro da garagem a esgota. Não seja por isto, ela irá mesmo assim. Não pode correr o risco de deixar de saciar almas famintas, pois há vidas em jogo!
Seu amigo Denis lhe diz, ao telefone: “Se há um lugar no mundo que satanás tem nas mãos, este lugar é San Francisco. Satanás não quer que as pessoas ouçam falar de Nossa Senhora, ou de Medjugorje. Suas palavras abrirão o manto de Maria, e as pessoas a Ela se acorrerão aos bandos! Aguenta firme!” Márcia tem a idade de Maria, aos pés da Cruz, e fala Dela como de sua melhor amiga, ou melhor, como de sua confidente. Seu entendimento mútuo é visível. As palavras brotam de sua boca com grande ternura e também com misterioso poder, e, na assembleia, os lenços saem dos bolsos, um após o outro. O encontro termina e um rapaz jovem, visivelmente perturbado, aproxima-se de Márcia para lhe contar o que acabara de experimentar durante a projeção do vídeo sobre Medjugorje. Lágrimas escorrem lentamente dos seus olhos:
“Fui um bebê abortado. Não sei como foi que vim ao mundo, mas me jogaram numa lata de lixo. Eu ainda vivia. A lata de lixo se encontrava no estacionamento do hospital. Eu chorava a plenos pulmões, e meus gritos foram ouvidos por um homem que por ali passava. Horrorizado,
ele procurou a origem daquele choro, e acabou encontrando-me na lata de lixo. Eu estava ensanguentado, mas bem vivo. Ele me levou para a sua casa, agasalhando-me como podia, e cuidou de mim durante alguns dias. Decidiu, então, conservar-me consigo, e fez um pedido de  adoção que foi aceito. Eu cresci, pois, ao seu lado, juntamente com seus amigos (todos homens) que também moravam com ele, pois este
homem era um homossexual. Como bebê e durante toda a minha infância, nunca fui tocado, vestido, alimentado ou mesmo beijado por uma mulher. Eu nada conhecia da presença maternal de uma mulher. Não sei o que é uma mãe. Cresci nesse meio e, na adolescência, naturalmente, tornei-me também homossexual. Como poderia ser diferente?
Há alguns anos, comecei a descobrir o Evangelho, por intermédio dos membros da Igreja Episcopal. Eles me convidavam a reunir-me a eles e, um dia, decidi me tornar padre, nesta igreja. No dia da minha ordenação, eu estava de pé, juntamente com outros candidatos, pronto a aproximar-me do altar, para receber a ordenação. Mas, todos se aproximaram, menos eu pois, contra a minha vontade, eu estava como que
pregado no chão. Dir-se-ia que braços me seguravam, impedindo-me de dar um passo à frente. Não recebi a ordenação e, desde então, sempre me perguntei por que não avançara e o que teria me impedido?
Esta noite, ao assistir ao vídeo, fiquei perturbado. Enquanto eram mostrados os jovens em êxtase, eu senti, nitidamente, braços femininos que me envolviam com amor, um amor indescritível. Havia uma mulher atrás de mim e eu estava convicto disto. Cativado pelo vídeo, do qual não conseguia desprender os olhos, senti novamente aqueles braços envolvendo-me. Era algo tão forte que eu quase não podia suportar!
Pensei que fosse morrer de alegria! Todo o meu corpo tremia. Eu chorava e chorava. O calor e o amor daquele braço eram tais que eu,  literalmente, derretia.
Voltei-me para ver quem estava lá, mas não havia ninguém no banco, atrás de mim! Então, escutei uma voz feminina dizendo-me: “Dan, Eu te amo e tu és Meu”. Pela primeira vez em minha vida, eu experimentava um abraço feminino.
Tinha encontrado minha mãe! Compreendi, então, num relance, por que não podia aproximar-me para a ordenação. Era Ela! Ela havia me impedido, pois a homossexualidade não é de Deus, e eu devia primeiro abandonar essas práticas, arrepender-me.”
Márcia escuta a narrativa de Dan com a mesma emoção que sentiria, caso se tratasse de seu próprio filho. Ela retém, a custo, suas próprias lágrimas, e compreende por que precisou fazer tanta violência sobre si mesma, para vir naquela noite. Aquele jovem já era uma vítima,
antes de sair do seio de sua mãe, pensa ela. Uma vítima de nossa sociedade.
Bastou, porém, falar nas Aparições de Maria, em Medjugorje, para libertá-lo do plano que satanás tinha para a sua vida.
– Márcia, o que devo fazer para me tornar católico? – pergunta-lhe Dan.
Hoje, San Francisco conta mais um católico e, no manto de Maria, um habitante
a mais. E não dos menores! Maria o esperava, há muito tempo, desde a sua passagem pela lata de lixo. Sim, Ela o esperava para tomá-lo em Seus braços, para apertá-lo, enfim, contra o Seu coração de Mãe. Ainda mais que Dan, agora, está se preparando para ser padre”.
Esta história ajuda a entender porque Deus gosta tanto de servir-se de Maria, como embaixadora, junto de Seus filhos:
a presença, o amor e o carinho maternos são a mais primordial necessidade humana, e Ela vem então suprir aquilo que, com tanta frequência, tem faltado, deixando lacunas e feridas profundas que afetam toda a nossa vida. A presença feminina de Maria pode ajudar,
sobretudo os homens (de forma especial, os padres) a direcionar, saudavelmente, sua afetividade, descobrindo sua dimensão mais nobre, que tem raízes no amor de Deus.
Extraído do Jornal Em Defesa da Vida, do Movimento
Gianna Beretta Molla, edição de Junho/
Julho de 2011. E-mail: movimentogbm@gmail.com

A cura de Frederica através do lenço com lágrimas de Cristo em Medjugorje

frederica6Queridos amigos e amigas, para a maior glória de Deus leiam e compartilhem este nosso testemunho de modo que a mensagem de fé e de esperança dela em defesa da vida desde o momento da concepção possa alcançar o maior número de pessoas possível.

Tire algum tempo e leia tudo ! E se você quiser depois partilhar clique em curtir em nossa página do “Grupo de oração eucarístico”, assim você poderá acompanhar as nossas próximas publicações.

Nosso abraço e agradecimento de todo o coração !

Meu marido e eu nos casamos em 2001. O primeiro filho que o Senhor nos deu foi um menino, Simon, que nasceu em 2004. Em fevereiro de 2006, fiz um teste de gravidez e o resultado foi positivo.

Nós queríamos outra criança e ficamos encantados com esta nova gravidez e esperava que agora o Senhor pudesse nos dar uma menina.

SURPRESA ABSOLUTA

No entanto, durante o quinto mês de gravidez, em 30 de junho de 2006 fomos ao meu ginecologista para fazer uma ultrassonografia morfológica. Nós esperávamos com ansiedade pelo momento em que saberíamos o sexo do bebê.

Assim o doutor começou a fazer o ultra som e a descrever o que estava vendo. Também nós, de mãos dadas, víamos o que ele via através de outro monitor ligado ao ultra som. Até aquele momento tudo bem. Então chegou o momento de observar a cabeça e saber o sexo do bebê e então nós iríamos para casa.

Mas quando o médico começou a examinar a cabeça, imediatamente a sua expressão serena e sorridente tornou-se preocupada. Percebemos imediatamente que havia algo errado. Quando perguntamos o doutor respondeu que “a cabeça do feto era maior do que o normal” e que eu deveria fazer uma ecografia de nível 2.

Mas para nós aquela resposta “evasiva” não bastava,. Nós queríamos saber imediatamente e em detalhes o problema com a nossa filha. Imploramos ao médico que nos dissesse logo a verdade e após vários pedidos insistentes nossos ele o fez. O diagnóstico foi este, de que a nossa filha estava com uma gravíssima má formação no cérebro. Ela estava sofrendo de ventricolomegalia (mais conhecida como hidrocefalia) e Agenesia do Corpo Calloso (que significa “não nascida ou ausência”  do corpo calloso).

Pedimos ao médico que nos dissesse o sexo do bebê. Era uma menina !

O QUE É A VENTRICOLOMEGALIA

frederica7Por Ventricolomegalia se entende como a dilatação dos ventrículos cerebrais e é causada pelo aumento do líquido cefalorraquidiano presente neles (o líquido cefalorraquidiano usado para permear, nutrir, lubrificar e proteger as estruturas do cérebro).

Os ventrículos cerebrais são 4 cavidades que existem dentro do cérebro e que se comunicam umas com as outras (vejam na imagem ao lado). Eles são distintos: O primeiro e o segundo (chamados de ventrículos laterais – LV) ficam dentro dos hemisférios cerebrais; o terceiro ventrículo no conteúdo mesencéfalo (3V); o quarto ventrículo contida na parte posterior do cérebro (4V).

Para “esvaziar” os ventrículos só com neurocirurgia: ou intervém diretamente na “obstrução” que impede o fluxo apropriado dos sistemas líquidos ou são realizados por meio de uma válvula e de um tubo para normalizar a pressão dos ventrículos e desviar o fluxo do líquido a partir da cavidade ventricular para outra parte do corpo (aurícula direita do coração e especialmente peritôneo).

O QUE É A AGENESIA DO CORPO CALOSO


Para agenesia corpo caloso (ACC) entende-se a ausência (agenesia) do corpo caloso, congênita. As interconexões corpo caloso bilateral dos hemisférios cerebrais assim que se comunicam entre eles. Os manuais de embriologia humana nos dizem que as fibras do futuro corpo caloso  começam a desenvolver (neuroblastos) no embrião quando o feto está no terceiro mês e meio de gestação. No quinto mês, o feto tem geralmente um corpo caloso com a forma e as características anatómicas que são tipicamente encontrados no adulto.

Os sinais clínicos da corpo caloso da agenesia são mais ou menos graves, dependendo das circunstâncias: há casos em que o ACC é assintomática, outros em que provoca retardo mental (por vezes graves) e / ou epilepsia.

PARA FREDERICA NÃO EXISTIA ESPERANÇA !!

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Ecografia de Nivel 2 de nossa filha. A cabeça de Frederica é vista do alto. A grande mancha escura é o ventrículo lateral esquerdo dilatado ou “água no cérebro”. Como pode ser visto claramente, o líquido tomou a maior parte do hemisfério cerebral esquerdo.

O médico nos disse que a ventricolomegalia de nossa filha era gravíssima (o ventrículo teve uma dilatação de 2,2 a 2,3 cm) e para compreender melhor a gravidade do caso de nossa filha, basta pensar que a maior parte reservada para os hemisférios cerebrais foi ocupado pelo líquido cerebroespinhal e para piorar o caso clínico estava presente também nela a agenesia do corpo caloso.

Sendo assim o médico nos aconselhou o aborto, porque para poder intervir cirurgicamente nós devíamos esperar que a criança nascesse, mas já seria tarde demais pois “a cirurgia cerebral após o nascimento serviria somente para não piorar a situação que já estaria irremediavelmente comprometida. A criança certamente estava com danos cerebrais e certamente teria problemas psicomotores serísssimos, talvez ficasse em estado vegetativo ou morresse pouco tempo depois do nascimento.

O MEU GRANDE DESESPERO

As palavras do meu ginecologista perfuraram o coração de minha mãe como uma espada. Ela voltou ao trabalho chorando rios de lágrimas.

Meu marido, graças à grande confiança em Jesus e Maria estava incrivelmente sereno e enquanto voltávamos para casa procurava me dar forças me dizendo que Deus é Pai e nos ama com um amor imenso. Que Deus não permite que tenhamos uma cruz maior do que nós humanamente possamos suportar. Que iríamos suportar a cruz confiando na oração. Que o sofrimento tem um grande valor aos olhos de Deus e que produz frutos espirituais para si mesmo e para os outros. Que Jesus e Maria certamente estariam próximos de nós e que sobretudo Jesus me daria o Espírito e a força para enfrentar tudo.

Mas qual Senhor ? Qual Nossa Senhora ? Porque justamente para mim este sofrimento ? Ao contrário do meu marido, eu nunca tinha feito uma caminhada na fé. Eu não sabia o valor do sofrimento. Eu acreditava em Jesus e Maria mas eu estava longe e pensei: “não é verdade que eles me ajudarão, porque eles já tinham decidido que seria assim!”. Eu estava desesperada e rejeitei com raiva tudo aquilo que o meu marido me dizia no seu propósito de consolar-me.

Tomei logo em consideração a possibilidade de abortar e logo em seguida começaram imediatamente as brigas com o meu marido que era irremediavelmente contrário.

A EFICÁCIA DA ORAÇÃO

Os sacerdotes pediram para que eu rezasse todos os dias porque, como disse antes, somente o Senhor e Nossa Senhora podiam me dar forças para enfrentar o momento difícil que eu estava atravessando e aqueles momentos que estariam me esperando no futuro. Também todos eles se comprometeram a rezarem por nós e por nossa filha, foram tantas as pessoas que rezaram por nós.

Comecei a rezar todos os dias, especialmente o rosário, umas vezes sozinha e outras vezes junto ao meu marido. Os sacerdotes estavam certos: graças à oração, o Senhor e Nossa Senhora não demoraram a se fazerem sentir dentro do meu coração, eu diria que não esperava nada além disso!

Na verdade, quanto mais eu rezava, mais eu sentia que Eles estavam próximos… quanto mais eu rezava, tanto mais eu compreendia e percebia o amor deles em nossos encontros… quanto mais eu rezava, mais aumentava a minha confiança neles… quanto mais eu rezava, mais eu sentia crescendo dentro de mim uma força e uma paz interior que eu não podia ter se “ALGUÉM” não me tivesse dado, e foi graças a esta força e a esta paz interior que passei todo o restante de minha gravidez de um modo incrivelmente sereno.

Agora eu compreendia de onde vinham a força e a serenidade do meu marido ! Claro, ainda existiam momentos em que eu chorava, mas as minhas lágrimas não eram mais lágrimas de desespero, mas de quem sabe que está fazendo a única coisa correta… de quem sabe que está fazendo um sacrifício de amor, e que está orgulhosa disto !

A ESPERANÇA DE RECEBER UM MILAGRE

Rezando, acendeu-se em mim a esperança de um milagre.

Esta era a oração espontânea que vinha do meu coração: “Senhor Jesus, se o Senhor sentir vontade, afasta de mim esta cruz, cura o meu bebê… mas se não é isto que o Senhor deseja, seja feita a Sua vontade. Senhor, faça com que esta cruz não esteja além das minhas forças… ajude-me a suportá-la e se a criança tiver muito o que sofrer, leve-a logo Contigo para o Céu.”

24 das 24 horas do dia fazia esta oração.

A RESPOSTA DE JESUS E MARIA PARA AS MINHAS ORAÇÕES: DUAS EXPERIÊNCIAS MARAVILHOSAS

No final de agosto, eu fiz outro ultrassom sem nenhuma melhora.

Naquela época aconteceram dois maravilhosos sinais dos quais nunca irei me esquecer.

1) Uma de minhas tias que era irmã religiosa, soube da grave malformação cerebral da minha filha foi rezar no túmulo do Papa João Paulo II nas grutas do Vaticano. Depois ela conseguiu e me deu um lenço vindo de Medjugorje (onde desde 24/06/1981 Nossa Senhora aparece a seis videntes e deixa mensagens para a humanidade nos dias 25 de cada mês). O lenço era branco e tinha impresso o retrato da Virgem. Este lenço tinha sido passado com fé no joelho da estátua do Cristo Ressuscitado localizado atrás da Igreja de Medjugorje e estava impregnado do líquido que exsudava dele.

Minha tia me aconselhou a estender o lenço na barriga e a rezar com confiança para Nossa Senhora. Então eu fiz. À noite, antes de dormir, o abria, e o estendia sobre a minha barriga, e comovida e esperançosa, rezava o Rosário.

Surpreendentemente, quase todas as noites, na primeira Ave-Maria, a criança me empurrava no útero com força (durante o dia o bebê quase não se movia e, se fazia isso, era de uma forma quase imperceptível).

O meu marido me explicou o porquê. Quando eu A invocava, Nossa Senhora subitamente vinha com Jesus e minha filha percebia a presença de Jesus e “exultava de alegria”. A mesma coisa aconteceu quando Maria foi visitar a Sua prima Izabel.

2) Uma noite me apareceram em sonho um homem e uma criança de mãos dadas, ambos vestidos de branco. Eles se aproximaram de mim e me tranquilizaram: “Não se preocupe, com a criança não aconteceu nada”. Eles não me disseram quem eram mas eu pensei que eram o Menino Jesus e São José.

ATÉ O FINAL, NENHUMA MELHORA

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O hospital CASA DO ALIVIO AO SOFRIMENTO em San Giovanni Rotondo, Itália.

Padre Bento nos aconselhou a fazer o parto da criança na Casa do Alívio ao Sofrimento em San Giovanni Rotondo, fundada por Padre Pio porque ali existe um excelente departamento de neurocirurgia.

A Casa Alívio do Sofrimento de Padre Pio parecia o lugar ideal para operar a nossa filha “porque” a cirurgia no cérebro serviria somente para não piorar uma situação que já estava irremediavelmente comprometida ; portanto, nós aceitamos o seu conselho, e nós concordamos com antecedência a data de admissão. A data prevista para o nascimento foi em 1 de novembro de 2006, mas eu fui antes em 11 de outubro porque era necessário tempo para estudar bem o caso e planejar a cirurgia.

UMA ENORME SURPRESA

“A ciência não pode explicar aquilo que aconteceu!”

No mesmo 11 de outubro de 2006 foi feito a um ‘ultra-som e aqui imediatamente a enorme surpresa. O ginecologista me disse que a dilatação do ventrículo já não era grande o suficiente para preocupá-lo; o que o preocupava, no entanto, ele foi o ACC, e explicou-nos o que as consequências poderiam trazer esta malformação. Mas nós já sabíamos.

frederica13O que nos surpreendeu foi o fato de que a partir de 30 junho – 2 outubro, a situação da nossa filha era a mesma e 11 de Outubro não era mais. Nós ficamos confusos. O Senhor e Nossa Senhora agiram em nossa filha? Nós pensávamos nisso, mas nós estávamos com medo de sermos desapontados e não pedimos aos médicos uma explicação. Para ter certeza esperamos o nascimento da criança.

A criança “decidiu” não nos fazer esperar muito tempo e nasceu antes. Eu fui para a cesariana em 13 de outubro, depois de apenas duas rodadas de admissão (note que 13 de outubro é um dia Mariano, é o dia da última aparição de Nossa Senhora em Fátima, o famoso dia em que teve lugar em frente do Milagre do Sol com dezenas de milhares de testemunhas. Estou certa de que minha filha nasceu nesta data não foi uma coincidência, mas a vontade de Nossa Senhora) e Federica foi imediatamente levado para o Departamento de Patologia Neonatal para se submeter a todas as investigações necessárias.

O médico estava certo: a dilatação dos ventrículos diminuiu muito (agora, de repente, era o limite superior do normal), em nosso filha não havia sintomas de hipertensão intracraniana e não era mais necessário operá-la. Estava ótima!

Meu marido pediu várias vezes para o chefe de patologia neonatal explicar, e, depois de ter tido tempo, e visto em conjunto com o neurocirurgião todos os ultra-sons antes do nascimento da criança, afirmou:

“A CIÊNCIA NÃO PODE EXPLICAR AQUILO QUE ACONTECEU !!!”

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Mais exatamente:

1. A obstrução que tinha causado a ventricolomegalia tinha desaparecido e em consequência o líquido cérebro-espinhal foi drenado adequadamente e os ventrículos não faziam mais pressão sobre o cérebro e não houve mais necessidade de intervenção cirurgica.

2. Não obstante a ventricolomegalia tenha sufocado o cérebro de Frederica durante as mais importantes e delicadas fases do seu desenvolvimento (a tal ponto que no quinto mês de gravidez a grande parte dos hemisférios cerebrais era preenchida de água) e não obstante a Agenesia do Corpo Caloso, os exames feitos após o nascimento mostraram que não existiam sinais nem sintomas de lesões e que o cérebro funcionava perfeitamente.

FREDERICA CRESCE SAUDÁVEL E FELIZ

Para controlar a dilatação dos ventrículos e detectar quaisquer atrasos psicomotores, os médicos do hospital de San Giovanni Rotondo decidiram que nos 12 meses seguintes levássemos Frederica para fazer exames precisos: a dilatação dos ventrículos estava estável e não haviam sinais de sintomas de hipertensão intracraniana, a Agenesia não apresentou nenhum sintoma e o desenvolvimento psicomotor de Frederica era absolutamente normal e até mesmo precoce, tanto que o neuropsiquiatra nos disse que não era necessário mais visitá-lo.

frederica15Aos dez meses começou a engatinhar e a ficar de pé sozinha: doce, afetuosa, inteligente, muito sociável, com tanta vontade de brincar, de se comunicar, de ser o centro das atenções, sorria para todos e amava muito dar e receber beijinhos.

Amava beijar sobretudo uma imagem de Jesus que temos. Foi amor a primeira vista.

 

Graças a minha filha, eu compreendi o quão grande é o amor de Jesus pelos homens e eu reencontrei a fé. Erramos muito quando pensamos que Deus não existe ou quando pensamos que Deus está distante e desinteressado ou quando pensamos que Deus não nos ama !

Traduzido do italiano para o português por Gabriel Paulino – editor do Portal Medjugorje Brasil – www.medjugorjebrasil.com.br

Link da matéria original: http://araldidellaregina.altervista.org/miracolo-questa-e-la-storia-a-lieto-fine-di-nostra-figlia-federica/

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A cura de Gabrielle Collins em Medjugorje

gabriellecollinsSão muitas as experiências que acontecem com os peregrinos, sendo que a maioria deles fica desconhecida do público. Mas também é verdade que a cada dia encontramos pessoas que testemunham publicamente as graças particulares recebidas pela intercessão de Nossa Senhora. Este também é o caso da irlandesa Gabrielle Colins. Como ela mesmo nos contou, veio a Medjugorje a primeira vez acompanhando a sua irmã:

“Tive educação católica, mas por um tempo deixei de ir à igreja. Logo tive um ataque súbito do coração e tive de parar de trabalhar, motivo pelo qual eu passava a maior parte do tempo em casa. Minha irmã já tinha vindo a Medjugorje algumas vezese me propõs de ir com ela quando fosse novamente. Assim que cheguei aqui, foi tudo de fato muito belo, mas não pensei que desejaria voltar aqui novamente. Todavia em fevereiro do ano seguinte eu estava aqui novamente. Aqui se prova um sentimento de paz total que a Mãe nos dá.”

Gabrielle nos contou que estava muito doente e que ia muitas vezes em hospitais:

“Duas semanas antes da festa do aniversário das aparições, tinha o desejo de vir aqui, repetiu-se a mesma coisa. Fiz exames que constataram que a artéria principal, que do coração vai até o cérebro, estava obstruída em 70%. Me disseram que a operação em si era simples, mas que no meu caso não existiam muitas esperanças. Se eu não tivesse concordado com a operação, a morte seria apenas uma questão de tempo. Os médicos me aconselharam a chamar a minha família, de modo que eles pudessem esclarecer aos meus parentes o estado das coisas e me disseram que eu deveria ser submetida à operação imediatamente. Eu decidi vir primeiro a Medjugorje e depois comunicar o meu estado de saúde aos meus parentes, para depois submeter-me à operação. Pensava que aquela seria a minha última semana de vida e pensava em como eu deveria enfrentar esta situação logo que retornasse a minha casa.

Chegando aqui em Medjugorje eu provei uma paz total, sem nenhuma sombra de preocupação. Uma tarde eu estava rezando em frente da igreja com a minha irmã. Ela rezava enquanto eu estava relaxada, alegrando-me com o sol e com a paz. Estava sentada quando depois de algum tempo comecei a sentir gotas de chuva que caiam em cima de mim. Chamei a minha irmã e lhe perguntei o que estaria acontecendo no momento em que a chuva caia sobre mim. Ela me respondeu calmamente que era uma benção.

Não falamos mais sobre isto. Voltamos para casa e eu estava bastante tranquila. Voltei ao meu médico, que marcou a cirurgia. Pedi a ele que fizesse outro exame, mesmo que ele me dissesse que não era necessário que já tínhamos feito todos os exames antes e que estava tudo pronto. Ele ficou com raiva e não queria ceder, mas no fim, contra a sua vontade, marcou outro exame.

Quando ele recebeu o resultado não podia acreditar: a obstrução não existia mais ! Perguntou-me o que tinha acontecido, o que eu tinha feito e onde eu tinha estado. Somente lhe disse que tinha ido a Medjugorje e ele me disse que este tinha sido o único caso na história daquele hospital.

A partir daquele momento tudo mudou em minha vida. Sinto a cada momento o grande amor de Deus e uma alegria que desejo compartilhar com todos.”

Matéria original no site da paróquia de Medjugorje: http://www.medjugorje.hr/it/attualita/gabrielle-colins-testimonia-la-sua-esperienza-di-medjugorje,7047.html

Vicka é operada em Roma

vickasorrindoA vidente Vicka Ivankovic que há muito tempo sofre de problemas na coluna, foi operada nesta terça-feira, dia 21/07/2015 no hospital Policlinico Gemelli de Roma. A intervenção durou várias horas e terminou de maneira positiva. Agora ela está no período de repouso e reabilitação. A vidente permanecerá no hospital por alguns dias até retonar para a sua casa em Medjugorje. Rezemos pela saúde de Vicka e que ela possa logo voltar a receber os peregrinos em Medjugorje com o seu belo sorriso.

Outra cura de esclerose lateral amiotrófica em Medjugorje

Cristian , que sofria de esclerose lateral amiotrófica é curado em Medjugorje
2013/04/10
Isso aconteceu durante uma peregrinação , na última semana de setembro de 2013. Filice Cristian , que também é dell’Aisla referente ao Cosenza. Para os médicos o que aconteceu é inspiegabile

cristianfilice

O italiano Filice Cristian, quando ainda era portador da Esclerose Lateral Amiotrófica (ALS em inglês, ELA)

Doente de esclerose lateral amiotrófica (ALS – Amyotrophic Lateral Sclerosis , ELA -Esclerose Lateral Amiotrófica ) , é curado em Madjugorje . É o que aconteceu em 26 de setembro de 2013 na Colina das Aparições com Filice Cristian , de 37 anos , morador de Pianecrati na província de Cosenza, Itália. O homem em peregrinação nos últimos dias com sua esposa Francesca e seus dois filhos. Em 26 de setembro , Cristian ouviu uma voz que o levou a subir a colina intransitáveis. Com sua esposa e dois sacerdotes enfrentaram a escalada. Eles foram os únicos a vê-lo levantar-se , viram-no ir para a grande estátua que marca o local exato onde Nossa Senhora apareceu aos videntes , viram-no chorar. Incrédulo , demorou um pouco ” de tempo para perceber o que todos já chamando milagre. Filice Cristian, também conhecido como o referente da associação Aisla Calabria em Cosenza, voltou para casa . Andando sozinho , já não precisa de um respirador à noite, e em poucas semanas também irá remover o pino , o tubo que o ajudou a se alimentar. Os protocolos médicos exigem um exame mais aprofundado , mas de acordo com o que foi aprendido a saúde , já estão falando sobre o óbvio, a melhoria da sua condição de saúde. Impossível – a admitir – uma doença degenerativa como o ALS . Cristian , pede tempo, antes de dizer que o extraordinário que entrou em sua vida. A igreja é cautelosa.

Fonte da matéria da cura de Filice Cristian:

http://www.gazzettadelsud.it/news/64068/Cristian–malato-di-Sla-.html

Dom Giovanni Palmieri, capelão do Hospital Carderelli em Nápoles, deu o seguinte testemunho sobre a cura de Filice Cristian ontem, dia 3 de setembro de 2013 que foi lido na rádio Maria Itália pelo padre Livio Fanzaga:

Querido Padre Livio,

O escrevo para testemunhar uma cura da qual fui testemunha em 26 de setembro de 2013 em Medjugorje. O jovem Filice Christiande 37 anos, casado e com dois filhos pequenos, que sofre de ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica já por cinco anos e por ser pessoalmente conhecido por mim por ter sido operado no hospital de Nápoles do qual eu sou o capelão em 2011; estava paralisado nos membros inferiores, e precisava usar um respirador de noite e ser alimentado utilizando um tubo diretamente no estômago, depois de uma oração feita por Vicka durante um testemunho na comunidade de irmã Kornelija e depois de uma adoração noturna do dia 25 de setembro quando se sentiu cheio de uma inexprimível alegria e viu a passagem de uma estrela cadente que atravessou o céu, quis no dia seguinte ir de cadeira de rodas até os pés da colina das aparições. Ali, sentido-se interiormente chamado, nas proximidades da cruz azul se levantou e sozinho apoiando-se em mim e em seu pároco que o acompanhava – algo fisicamente impossível para a sua condição, subiu até em cima junto com sua mulher e seus dois filhos e quando viu a estátua de Nossa Senhora na colina começou a chorar. Pelo caminho dos mistérios gozosos nós descemos. Voltando para a sua cidade, não usa mais a cadeira de rodas, caminha, de noite dorme sem o respirador e daqui a um mês terá retirado o seu tubo do estômago. Os médicos declaram inexplicável esta condição. O milagre , se isso é tudo, é único em seu gênero. Cristian em um maravilhoso testemunho de fé e amor , quando ele estava doente, apenas declarou que a doença o fez descobrir o sentido da vida – Para a glória de Maria, Rainha da Paz .

Assinado Dom Giovanni Palmieri capelão do hospital Cardarelli – em Nápolis

Fonte da carta de Dom Giovanni Palmieri:  http://www.medjugorjesaccolongo.it/guarigionemedjugorje.htm

Este não é o primeiro caso de cura total  de Esclerose Lateral Amiotrófica em Medjugorje – talvez os únicos casos no mundo que se tem registro.

A americana Colleen Willard, de Illinois  foi curada de Esclerose Lateral Amiotrófica e diversas outras doenças incuráveis (tumor inoperável no cérebro que afetou sua glândula pituitária e todas as suas habilidades motoras finas e brutas. Tinha raquitismo, sua tireóide estava completamente seca até o tamanho de uma uva passa, ela tinha esclerose múltipla, lúpus, fibromialgia e outras nove doenças dolorosas e mortais)  em Medjugorje  também. Seu prórprio médico da Clínica Mayo, em Minessota, Estados Unidos informou na época da cura de Colleen que outras duas pessoas que tinham sido tratadas deste problema na clinica também tinham obtido as suas curas em Medjugorje.

A história completa da cura de Colleen pode ser encontrada em no link abaixo:

http://www.medjugorjebrasil.com/?cat=testemunhos&id=542

Também o conhecido caso que fez parte do processo de canonização do beato Papa João Paulo II que diz respeito a uma cura de Esclerose Lateral Amiotrófica através de um quadro de Jesus Misericordioso que hoje está em propriedade da igreja franciscana de Medjugorje. A cura de Esclerose múltipla do senhor italiano Ugo Festa está relatada no link abaixo:

http://www.medjugorjebrasil.com/?cat=testemunhos&id=1294

Próximas Peregrinações para Medjugorje

 

Roteiro da Peregrinação de Abril 2015

Roteiro da Peregrinação de Junho 2015

Roteiro da Peregrinação de outubro 2015

Roteiro da Peregrinação de novembro 2015

Estátua iluminada é transferida para a paróquia de Medjugorje

Segundo informou uma moradora de Medjugorje, Laura Budimir, a estátua que entre os dias 23 e 27 de setembro emitiu luz de dentro para fora, e que estava na antiga casa da vidente Vicka foi transportada pelo irmão de Vicka, Stipe Ivankovic, juntamente com o pároco de Medjugorje, frei Marinko Sakota. Na sala da casa, pouco tempo antes, o frei Karlo Lovric rezou com os paroquianos da região da colina das aparições os 7 pai-nossos, ave-marias e glórias que compõe o terço da paz. A estátua ficará fechada na paróquia de Medjugorje aguardando uma futura análise.

Traduzido do italiano por Gabriel Paulino – editor site www.medjugorjebrasil.com

FOTOS DA TRANSFERÊNCIA DA IMAGEM E DA MESA ONDE ELA FICAVA JUNTAMENTE COM A IMAGEM DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS:

FOTO 1:

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FOTO 2:

estatuamovida2

FOTO 3:

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Próximas Peregrinações para Medjugorje

Roteiro da Peregrinação

 

 

 

Peregrinação a Medjugorje

Peregrinação para Medjugorje

Detalhes e fotos da aparição de Nossa Senhora em 28 de agosto de 2013

No dia 28 de Agosto último, o Céu reservou-nos uma graça verdadeiramente celeste. Eu tinha pedido à vidente Marija que recebesse a Sua aparição das 18h40 no nosso jardim. Eu queria convidar todos os nossos vizinhos croatas. Marija aceitou e a Virgem Maria veio a nossa casa, neste lugar que se tornou tão familiar a tantos peregrinos. A aparição teve lugar perto do grande crucifixo branco. Quando chega o momento da aparição os videntes escolhem sempre ajoelhar diante de um crucifixo para esperar a vinda da Virgem. A Gospa disse-lhes que, onde se encontra a cruz de Seu Filho, está também Ela, perto d’Ele.Nesse dia, peregrinos de todos os países, línguas e povos, afluíram; Alguns vieram guardar lugar 4 horas antes (os italianos!). O bosquezinho estava cheio de gente e atrás da vidente Marija havia outros tantos, entre os quais 25 padres (ver fotos no link). Nós preparamos a vinda da Virgem com cânticos e terços em várias línguas como o hebreu, o árabe, o húngaro, o eslovaco, etc.

Marija ajoelhou diante do crucifixo, sobre o cascalho e não sobre o estrado que tínhamos preparado. Durante a oração dos 7 Pai Nossos, Ave Marias e Glórias a Virgem apareceu e a voz de Marija interrompeu-se. Fez-se um grande silêncio. A Gospa ficou mais tempo do que habitualmente. Cada um pôde oferecer-Lhe uma oração íntima e intensa e ter um verdadeiro encontro com a Mãe do Céu. Nós rezamos por vós! As vossas cartas tinham sido depostas aos pés do crucifixo.

Acabada a aparição Marija explicou: «Logo que chegou, a Gospa saudou-nos a todos e abençoou-nos. Eu confiei-lhe todas as vossas intenções, as vossas necessidades, as vossas famílias e todos os que trazeis nos vossos corações. Depois a Gospa rezou longamente sobre nós na Sua língua materna. Em seguida deu esta mensagem: “Queridos filhos, rezem, rezem, rezem!”»

Marija estava grave, porque vivemos um momento crucial pela paz no Médio Oriente. Ela exortou-nos a rezar muito mais porque, disse ela, a paz deve primeiro começar nos nossos corações, e é a nossa conversão pessoal que pode fazer avançar a paz entre as nações. Em 28 de Agosto, mais do que um anjo, foi a Mãe de Deus e Rainha dos anjos que nós acolhemos em nossa casa. Louvada seja Ela para todo o sempre!

Fonte da matéria: Boletim de Irmã Emmanuel – www.childrenofmedjugorje.org

Fotos da aparição do dia 28 de agosto de 2013:

FOTO 1:

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